quinta-feira, 7 de outubro de 2010
Política
Palácio dos Bandeirantes, sede do Governo do Estado.
O estado de São Paulo, assim como em uma república, é governado por três poderes, o executivo, representado pelo governador, o legislativo, representado pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, e o judiciário, representado pelo Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo e outros tribunais e juízes. Além dos três poderes, o estado também permite a participação popular nas decisões do governo através de referendos e plebiscitos.
A atual constituição do estado de São Paulo foi promulgada em 1989, acrescida das alterações resultantes de posteriores Emendas Constitucionais.
O Poder Executivo paulista está centralizado no governador do estado, que é eleito em sufrágio universal e voto direto e secreto pela população para mandatos de até quatro anos de duração, podendo ser reeleito para mais um mandato. Sua sede é o Palácio dos Bandeirantes, que desde 1964 é sede do governo paulista e residência oficial do governador.
O Poder Legislativo de São Paulo é unicameral, constituído pela Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, localizado no Palácio 9 de Julho. Ela é constituída por 94 deputados, que são eleitos a cada 4 anos.
A maior corte do Poder Judiciário paulista é o Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo, localizada no Palácio da Justiça, no centro de São Paulo.
São Paulo está dividido em 645 municípios. O maior deles é a capital, São Paulo, com dez milhões de habitantes, sendo a cidade mais rica do estado e do país. Sua região metropolitana possui aproximadamente 19 milhões de habitantes, quase a metade de toda a população do estado.
O peso político de São Paulo, se considerada a representatividade das cadeiras na Câmara dos Deputados, é baixo. Ao atingir o número máximo de setenta deputados federais estipulado pela Constituição de 1988, o estado de São Paulo permanece sub-representado, com aproximadamente 22% da população do país e apenas 13% dos deputados da Câmara Federal.Se a representação parlamentar respeitasse a correlação "uma pessoa, um voto", todos os estados da região Norte teriam somados 40 deputados, e não os 65 atuais, enquanto apenas São Paulo contaria com pouco mais de 110 representantes (40 deputados a mais do que dispõe).
Com base em dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral, o Movimento de Combate à Corrupção Eleitoral divulgou um balanço, em 4 de outubro de 2007, listando os estados com o maior número de parlamentares cassados por corrupção desde o ano 2000. São Paulo ocupa a terceira posição na lista, com 55 parlamentares cassados, atrás somente de Minas Gerais (71 cassações) e Rio Grande do Norte (60 cassações).
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